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POSICIONAMENTO EMPRESARIAL E A ARQUITETURA

Toda empresa precisa de um posicionamento claro na mente dos seus consumidores, pois é isso que cria a reputação da marca, mostra sua autenticidade e diferenciais da empresa. Mas, é claro, para que esse posicionamento seja construído é preciso que a linguagem visual do espaço esteja coerente com a imagem desejada e é aí que a arquitetura comercial entra para ajudar o empresário a construir essa identidade em experiência sólida. Quer saber como? Então fique conosco!

 

ARQUITETURA COMERCIAL ACESSÍVEL

Antes de entrar no tema em si desse artigo, onde vamos mostrar um interessante case da loja Leve Minas projetada por nosso escritório, é importante dizer que até pouco tempo atrás, para garantir a identidade e padrões da marca, somente o segmento de franquias investia em arquitetura comercial, mas isso vem mudando.

Cada vez mais os empresários de pequenas e médias empresas estão cientes da importância da arquitetura para otimizar o posicionamento do espaço comercial ou do escritório. O preconceito por parte dos empresários, principalmente quanto aos valores a serem empregados desse tipo de projeto, está sendo substituído pela análise real do custo/benefício que essa ação gera criando mais vendas, visitação e fortalecimento da marca.

 

CASE – LEVE MINAS

O projeto comercial criado para loja Leve Minas é um ótimo exemplo de como a arquitetura pode ajudar as empresas a construir seu posicionamento.

Localizada no Aeroporto de Confins, a loja comercializa produtos regionais mineiros (doces, queijos de produção local, cachaças, pimentas e outros condimentos) como sendo a última oportunidade – como próprio nome diz – de levar um boa lembrança de Minas para casa ou mesmo presentear um amigo ou ente querido.

A presença do ladrilho hidráulico, madeira, prateleira com design barroco remetem a memória afetiva do consumidor quanto a experiência vivida por ele na cidade de Minas Gerais ajudando a construir a identidade da marca (como sendo uma empresa que comercializa produtos premium artesanais de Minas Gerais) e conectando o consumidor aos valores e ideias da marca promovendo a fidelização e o desejo de conhecê-la melhor.

Ao transmitir fatos e emoções, por meio da arquitetura, uma conexão emocional com o comprador é estabelecida. A lógica de compra fica em segundo plano e a forma afetiva toma conta da decisão de compra gerando mais valor aos itens comercializados.

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